O sábio na velhice da tenra idade
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E tu ó sábia entre
as mulheres, quero
morrer nos teus braços
de velhice...
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sentir os teus
seios no meu ventre.
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entre as serpentes
a matreira afila-me
os dentes na sua toca
ela é feita de vidro
e tem a cauda circular.
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E tu ó sábio anjo
que me mordes a perna
quero morrer nos teus
braços como um
bebé, um mito? uma falta
de oxigénio...
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mas quem entre as pedras
se ergue num impasse...
num impasse de tirar
gemidos das profundezas
dos santos, o sufoco
da tenra idade...
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Será um mito a ilusão
que nos vamos encontrar
daqui a longos anos?
Junto à praia... numa
esplanada, aí beberemos
o nosso chá e aí verás
onde o meu coração
verdadeiramente jaz...
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Vamos poder falar
dos anjos da nossa
vida, das tempestades
de trazer pescada ao mar.
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Vamos beber o nosso
chá, tocar no sexo
dos anjos e manusear
termómetros inconfundiveis.
Capitão Azul
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