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Martin Rev para além da sua carreira nos Suicide,
lança em 1980 o seu primeiro albúm a solo
Martin Rev (Infidelity, 1980) relançado como
Marvel (Daft, 1996), criando uma espécie de musica
minimalista electrónica mas não tecno,
com a repitividade flutuante característica dos
Suicide, mais excêntrica do que ruidosa, que nos
leva a uma ambiência de flutuação
num mundo de sons murmurantes, que parecem irromper
numa miríade de cores vivas sob um manto cinzento,
mas que desperta uma joie-de-vivre esotérico
como só a música pode despertar.
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