| Biografia |
Na década de 70, ouvi Suicide pela primeira vez
(e obrigado António Sérgio para quem compreende,
mais um Homem português á frente do seu Tempo),
depois do apogeu da música freak e do meu cansaço
e enjoo da mesma, e já entrado no punk dos Sex
Pistols, Wire e Swell Maps entre outros.
Fui confrontado com um som novo electrónico, industrial,
ritmado e crú, criado por um pequeno farfisa e
uma caixinha de ritmos, ambos em segunda mão, com
a mestria de Martin Rev , e com um sotaque de Bronx (NYC)
pela voz de Alan Vega , que me pôs a vibrar mente
e corpo, a uma velocidade estonteante.
Estes dois músicos juntos nos Suicide, bem como
a solo, são talvez uma das maiores premonições
e estrutura da actual musica electrónica e industrial
.
Tive a sorte vê-los ao vivo nas ruínas do
Carmo em Lisboa, após uma fase de separação
dos Suicide, e constatei que continuavam a espalhar a
mesma energia mesmerizante e convulsiva que caracteriza
a sua música. |
| Fotos |
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